Evangelho no Lar

evangelhonolar?

 

– O PRIMEIRO CULTO CRISTÃO NO LAR.
– POR QUE O EVANGELHO NO LAR.
– COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR.
– CONSERVAR A PAZ.
– LIMPEZA ESPIRITUAL.
– SÓ O AMOR CONSTRÓI.
– CONCLUSÃO.

 

Um Pouco de História…

Para falarmos em Evangelho no Lar e sabermso da sua importância precisamos conhecer e entender um pouco mais sobre o maior advento da Humanidade: a vinda do Cristo Planetário à Terra. O Divino Pastor, o Redentor, o Sublime Peregrino, o Mestre de todos os Mestres:  JESUS  CRISTO
Ele veio trazer a Boa Nova, o código do Amor, da Moral que haveria de transformar a Humanidade presa à idéia de um Deus vingativo, de códigos punitivos, do “olho por olho, dente por dente”, a quem se deve obediência para a libertação  de um Deus Pai de Amor, de perdão, de corrigendas amparadas, a quem se deve gratidão.
Quando Jesus veio ter conosco, a Humanidade já havia alcançado um certo nível de desenvolvimento, e o mundo se preparava para sair do caos das civilizações primitivas. Moisés decretara, há 4.000 anos A.C. o fim do politeísmo (crença em vários deuses), mas embora Monoteísta (Um só Deus), o povo continuava o sacrifício de animais, em adoração nos Templos, fazendo justiça com as próprias mãos, mais preocupados com a terra prometida de Canaã do que com as coisas do Espírito, continuando com os mesmos hábitos de 20 séculos antes. 

Segundo o modo de pensar desses homens, a simples prática dos jejuns periódicos, os atos exteriores e a observância de vãs tradições já eram suficientes para ficarem bem com Deus.  Por isso desprezavam completamente a parte moral da Lei de Deus (Os Dez Mandamentos), recebidos por Moisés no Monte Sinai , quando da saída do povo hebreu da escravidão do Egito, e deixavam de lado a prática das coisas mais importantes que os levariam à Reforma Íntima.

A Humanidade, assim, estacionara entre guerras e conflitos, acertando com barganhas, com cultos exteriores, as dívidas morais que lhes cercavam os atos e lhes condenavam o progresso Moral e a Evolução Espiritual.
É nesse cenário , nesse clima de contradições, corrupções, fanatismo  e imoralidade que vem o Sublime Cristo ao mundo, ensinar a Humanidade a “buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua Justiça…”
“ Jesus chega diferente, de mansinho, sem nenhum prestígio de autoridade humana; não usa divisa de graduação, nem sobe a pedestal algum; não exerce cargo político: sua credencial é a sua própria personalidade e magnitude moral”.(Diz-nos Emmanuel no livro “A Caminho da Luz”).

Ele veio cumprir a vontade do Pai que está no Céu e não a nossa. Da Manjedoura ao Calvário, transitou humilde, mostrando sua Mensagem de Paz e Fraternidade a todos os povos; vivenciando todos os seus Ensinos e seguindo sempre adiante da Humanidade, nos fez conhecer que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida!…

… A luz tomou conta de toda a Terra!
Saiu Preparando a Tarefa;  Sua Missão foi a de implantar o Reino de Deus na Terra.
Falava em parábolas, exemplificando e ilustrando os ensinos com as lições do dia a dia dos homens da época, para facilitar o entendimento espiritual daqueles homens rústicos que teriam de assimilar as grandes verdades da vida.  Era todo um trabalho de renovação de idéias e caracteres que, até então, vinham sendo vividos pela Humanidade. Mas era preciso falar-lhes da Vida, de Deus, da Verdade… e Jesus sabia como. Falava com simplicidade e amor, tocando, de alguma forma, o coração de todos e Sua Essência espalhou-se por toda a Humanidade, como Sementeira Divina a germinar, florescer e frutificar!
Preocupou-se em reunir os trabalhadores para o Novo Empreendimento que iria iniciar na face da Terra, cumprindo, assim, o seu Advento Divino e marcando uma nova etapa evolutiva para a Humanidade inteira. Foram eles os continuadores ardentes e sinceros da Boa Nova, levando o Evangelho a todos os cantos, ensinando aos que tinham olhos a ver e ouvidos, a ouvir. 

 (Esta bonita passagem Humberto de Campos nos traz em seu livro “Boa Nova”)

“A manhã era bela, no seu manto diáfano de radiosas neblinas. As águas transparentes do Tiberíades vinham beijar os eloendros da praia, como se brincassem ao sopro das vibrações perfumadas da natureza.
Jesus aproximou-se do grupo alegre de pescadores, como se, de antemão, conhecesse a todos e, dirigindo-se a dois deles, falou-lhes, com amizade:

– Simão e André, filhos de Jonas, venho da parte de Deus e vos convido para trabalhardes pela instituição de seu Reino na Terra!
Mas quase a um só tempo, dando expansão aos seus temperamentos acolhedores e sinceros, exclamaram respeitosamente: -Senhor, seguiremos os teus passos!

Entrando na coletoria, e avistando um funcionário conhecido publicano, coletor de impostos, da cidade, perguntou-lhe: Levi queres vir comigo, para recolheres os bens do Céu?
Levi, que seria mais tarde o apóstolo Mateus, sem que pudesse definir  as santas emoções que lhe dominavam a alma, respondeu comovido: – Senhor, estou pronto!… 

O grupo dirigiu-se para a casa de Simão Pedro, que oferecera ao Messias acolhida sincera em sua residência humilde, onde o Cristo fez a primeira exposição de sua consoladora doutrina,  esclarecendo que a adesão  desejada era a do coração sincero e  puro, para sempre, às claridades do seu Reino. Iniciou-se, naquele instante, a eterna união dos inseparáveis companheiros… 
…Assim, um a um, Jesus, com seu magnânimo amor, reuniu o seu Ministério para a constituição do Reino de Deus.”

 

reunioes-mediunicas-1